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14/03/2019 às 15h52

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da Redação

João Pessoa / PB

Saúde capacita profissionais para implantação do tratamento da sífilis
Além do Vale do Sabugi, a SES passará por vários municípios da Paraíba para realizar essas ações.
Saúde capacita profissionais para implantação do tratamento da sífilis

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) promoveu, nesta quinta-feira (14), uma capacitação para 30 profissionais, entre enfermeiros e técnicos, para a implantação do tratamento da sífilis na Atenção Básica (AB) dos municípios que compõem o Vale do Sabugi (São Mamede, São José do Sabugi, Várzea, Santa Luzia e Junco do Seridó). 


 


A agenda acontece no município de São Mamede e faz parte de um movimento da SES para fortalecer o combate à sífilis, em especial implantar esse tratamento na Atenção Básica. Além do Vale do Sabugi, a SES passará por vários municípios da Paraíba para realizar essas ações. 


 


“Este é um momento extremamente importante para a saúde pública, pois, a partir dele, não só a prevenção está sendo estimulada como também vai melhorar o acesso da população para fazer o tratamento em qualquer Unidade de Saúde da Família. Agora, mais cinco municípios estão aptos para ofertar o tratamento da sífilis na Atenção Básica”, explicou a chefe do Núcleo de IST/Aids, da SES, Joanna Ramalho.


 


Joanna destaca que as atividades continuam nesta sexta-feira (14), com a apresentação do Plano Integrado de Enfrentamento da Sífilis. Essa agenda conta com a participação dos conselhos de saúde, gestores e demais profissionais da área. “No sábado, nós vamos promover o Dia D de combate à Sífilis com oferta de teste rápido, distribuição de material educativo e palestras para profissionais da saúde e para o público em geral”, reforça. 


 


Sobre a doença - A sífilis em gestante é uma doença infecciosa sistêmica, de evolução crônica, causada pelo Treponema pallidum. De transmissão sexual e vertical, que pode produzir, respectivamente, as formas adquiridas e congênitas da doença.


 


A maioria das pessoas com sífilis tende a não ter conhecimento da infecção, podendo transmití-la aos seus contatos sexuais. Isso ocorre devido à ausência de sintomatologia, dependendo do estágio da infecção. Quando não tratada, a sífilis pode evoluir para formas mais graves, especialmente os sistemas nervoso e cardiovascular.


 


Já a sífilis congênita é a consequência da disseminação do Treponema pallidum pela corrente sanguínea, transmitido pela gestante para o seu bebê. A infecção pode ocorrer em qualquer fase da gravidez, e o risco é maior para as mulheres com sífilis primária ou secundária.


 


Um bebê infectado pode nascer sem sinais da doença. Porém, sem tratamento imediato, a criança pode ter vários problemas, desenvolvendo feridas na pele, febre, icterícia, anemia ou inchaço no fígado ou baço, sofrer convulsões ou até mesmo morrer.


A doença tem tratamento e cura. Os exames de diagnóstico para a sífilis congênita são o VDRL, raio-X de ossos longos, hemograma e punção lombar, avaliação oftalmológica e audiológica. O tratamento é realizado com Penicilina.

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